21 21UTC abril 21UTC 2008

Eu sei que acabou.

Depois de tantos anos vivendo essa mania de você.
Percebo que acabou e não sei o que fazer.
Solidão me consome, em prantos eu me vou.
Mas, a estrada é tão longa e não sei onde estou.

Não tenho culpa que nos meus pesadelos é você que eu chamo.
Não tenho culpa que em mundo é você que eu amo.

Verdade é essa que derramo, mas, saio de cena porque vejo que nada mudou.
Sim, eu sei que acabou…

criado por waldir.alves807    19:04 — Arquivado em: Sem categoria

8 08UTC abril 08UTC 2008

O mundo que morreu.

Bem como havia prometido, está ai ainda não sei a classe literaria, e tem alguns que ainda não tem titulo algo bem recente (2 dias atras), devido a uma grande perda e acho que finalmente estou de olhos abertos para o mundo obrigado por tudo Yumi…

—————————————————————————————————O mundo que morreu

Triste fim do poeta desfalecido.
Foste muito melhor vós teres morrido.
O mundo que conheceu e viveu acabou, morreu.
Por maior ímpeto que tenha vontade.
Matar-me seria sua maior bondade.
Pois, nesse rio que se segue sem fim.
Não gostaria de viver em um mundo assim.

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Eu estava na estrada da sua mente, quando derrepente percebo o tempo que passei lá, foi quando achei alguma lembrança das pessoas que tu achavas que mereciam morrer, e quando estava lá vi coisas que não achei engraçada.
Como tu podes fazer isso comigo? Sim, eu sei as pessoas mentem, mas, logo tu acha que não irei suportar essa perda, mas, eu sei as pessoas mentem. Espero que o próximo em sua vida não caia nos encantos de seus lábio

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Tudo que era ou é meu foi destruído.
Casas, automóveis, alegria, coração, amor.
A única coisa que me restou foi você.
E peço todos os dias para que seja a próxima.

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Enquanto escuto versos lindos destrinchados em forma de choro, eu penso em tu. Neste quarto frio, sem ter com quem conversar, esforçando por algo que não sabe mais se vale a pena, perdeu mais do que ganhou. Noites e noites sem nada alem do coberto para aquecer-te, mais uma fria noite de insônia e lagrimas, nada mais que um beijo de um anjo que te contra em uma das curvas da vida, quando esperava que alguém se beijasse com o sentimento de apoio, está com tu é um dos meus desejos mesmo não a conhecendo, creio, que temos tanto em comum, que não me arrependerei de trocas anos de liberdade, por minutos de suas caricias, espero que tu me tires dessa prisão sem muros, enquanto isso chora em silencio me alegro por suas evoluções e me acomodo em seus versos.

criado por waldir.alves807    17:55 — Arquivado em: Sem categoria

5 05UTC abril 05UTC 2008

CANSADO DO REPOUSO AMARGO E A VENDEDORAS DE ROUPAS

STÉPHANE MALLARMÉ  - Ultima Parte Da Homenagem Ao Grande Genio, Sendo Que Postei 2 Poemas Agora, Isso Mesmo, 1 Estrofe Sendo Uma Uma Prosa…
Consegue Como Um Genio Retratar Tudo Em Apenas 4 Frases…
Um Dia Chego Lá, Na Proxima Irei Postar Os Meus…

CANSADO DO REPOUSO AMARGO

Uma linha de azul fina e pálida traça
Um lago, sob o céu atrás da nuvem clara
Molha no vidro da água um dos cronos aduncos,
Junto a três grandes cílios de esmeralda, juncos.

A VENDEDORAS DE ROUPAS

O olho vivo com que vês
Até o seu conteúdo
Me aparta de minhas vestes
E como um deus vou desnudo

criado por waldir.alves807    20:53 — Arquivado em: Sem categoria

ANGÚSTIA

STÉPHANE MALLARMÉ

ANGÚSTIA

Não vim domar teu corpo esta noite, ó cadela
Que encerras os pecados de um povo, ou cavar
Em teus cabelos torpes a triste procela
No incurável fastio em meu beijo a vazar:

Busco em teu leito o sono atroz sem devaneios
Pairando sob ignotas telas do remorso,
E que possas gozar após negros enleios,
Tu que acima do nada sabes mais que os mortos:

Pois o Vício, a roer minha nata nobreza,
Tal como a ti marcou-me de esterilidade,
Mas enquanto teu seio de pedra é cidade.

De um coração que crime algum fere com presas,
Pálido, fujo, nulo, envolto em meu sudário,
Com medo de morrer pois durmo solitário.

criado por waldir.alves807    20:49 — Arquivado em: Sem categoria

A TUMBA DE EDGAR POE

Seguirá Uma Pequena Homenagem Ao Poeta STÉPHANE MALLARMÉ, Cujo Os Poemas, Estão Me Dando Milhares De Ideias, Desculpe Não Informa A Classe Literaria, Pois, Realmente Estou Na Duvida =)
Ele Seguiu Suas Obras No Ano De 1865 Adiante, Quem Souber Me Avise…

A TUMBA DE EDGAR POE

Tal que a Si-mesmo enfim a Eternidade o guia,
Poeta suscita com o gládio erguido
Seu século espantado por não ter sabido
Que nessa estranha voz a morte se insurgia!

Vil sobressalto de hidra ante o anjo que urgia
Um sentido mais puro às palavras da tribo,
Proclamaram bem alto o sortilégio atribu-
Ído à onda sem honra de uma negra orgia.

Do solo e céu hostis, ó dor! Se o que descrevo -
A idéia sob - não esculpir baixo-relevo
Que ao túmulo de Poe luminescente indique,

Calmo bloco caído de um desastre obscuro,
Que este granito ao menos seja eterno dique
Aos vôos da Blasfêmia esparsos no futuro.

criado por waldir.alves807    20:45 — Arquivado em: Sem categoria

2 02UTC abril 02UTC 2008

Eclipse.

Post Duplo =)
Porque Você Merece Josiiiiiiiiiiiiiiiiiii…

Ao Inicio O Titulo Não Tem Muita Coisa Haver, Mas, Espero Que Passe O Desejo Que Vem Escondido Nele, Com Clareza Como Foi Escrito…
Tá Ai Enjoy =)

"Eclipse"

O cheiro forte do mar nos becos imundos do cais
A lua, estrelas cadentes, fogueiras
E histórias que ao seu ar lançam-se
Nas trevas de horizontes perdidos
Amores rogados ao tempo
Por Deus, nunca me senti tão só…
Ao meu redor, só algumas gaivotas
Como o amor consome o corpo
E o temor dói mais que o tempo
A sombra da saudade cobre-me
Sou cinza ao vento
Espírito em eclipse,
Minha carne padece
Sou cinza ao vento…
Só o sol vencerá a noite
E depois se curvará diante dela
Só os sonhos trazem-te até mim
Com um estranho suor chego ao fim
Mas não só isso;
A sombra da saudade cobre-me
Corpos queimados ao chão
E chove depois do eclipse
Como o amor consome a alma
Corpos queimado ao chão
E chove eternamente.

criado por waldir.alves807    17:01 — Arquivado em: Sem categoria

Licor Maldito

Da Epoca Ainda Que Enfrentava Meus Medos De Braços Abertos, Sentirá Que Nessa Data Tal Especial Nada Melhor Como Postar O Licor Maldito.

A Todos E Principalmente Para Voce Leitor Que Tanto Sente Esperança Em Uma Alma Perdida…

Licor Maldito.

Beba do licor maldito e luzente
Que mantém-me a vida ainda
O asco rubro que escoa tão quente
Desdém das veias não mais bem-vindas!

Saboreie a boca de ausente mentira
E constate a morte dos beijos de outrora
Sim… Pois que no coração que agora chora
Apodrecem as juras por ti proferidas!

Ah lama fétida! Teu seio agourento
Abraça com amor os abortos do mundo
Revolve a carcaça, e aos vermes imundos
O espólio da morte! O farto alimento!

O demônio sorriu-me por fim…
E ainda assim chorou triste sorte
Vendo minh´alma caindo, e em mim…
Só o beijo a arrancar-me da cova: A Morte!

criado por waldir.alves807    16:16 — Arquivado em: Pesadelos E Sonhos
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